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Caminhadas

por Ana sem saltos, em 25.06.18

Procuro amenizar os meus medos e culpas em caminhadas que faço, regradas, ritmadas, aceleradas.

O que quero é tonificar - mais do que o corpo - a alma e a mente.

Arrumo ideias, ainda que, três pausas depois, a vida mas desordene outra vez.

Sou obra inacabada e padeço, ocasionalmente, da doença de me sentir cega de mim.

 

Espero que com o passar dos anos deixe de precisar de cansar o corpo para extenuar a alma triste que há em mim.

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3 comentários

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De Piaf a 25.06.2018 às 22:36

Com este texto senti-me, profundamente triste, assim me senti, assim me sinto. A alma é única. Uma vez a Ana respondeu ainda bem que são só histórias...valha nos isso, mas sentem-se e muito.
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De Ana sem saltos a 26.06.2018 às 06:33

Escrever é uma arte que liberta sonhos de quem escreve para os eternizar em quem lê. Os sonhos bonitos só são - muitas vezes - devidamente valorizados se conhecemos bem o sabor da tristeza. O truque é liberta-la, já que fugir dela é uma missão inglória. Obrigada pelo comentário caro Piaf.
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De Piaf a 26.06.2018 às 07:50

Que se liberte, ou se sufoque, a tristeza e a razão da sua existência em nome dos sonhos bonitos. Eu é que agradeço Ana.

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